De terno com a bola, operário sem ela: Moisés curte fase e já fala em renovar

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Não é raro ver torcedores do Palmeiras dizendo nas redes sociais que Moisés poderia jogar de terno e gravata, tamanha a elegância de seu futebol. O meia gosta da brincadeira e admite que ela tem fundamento, mas faz questão de ressaltar que também sabe ser um “pitbull”. Sem a bola, então, saem o terno e gravata e entra o figurino de operário.

– É isso aí, mais ou menos isso (risos). Essa é minha forma de pensar. Acho que o jogador não pode pensar só no momento em que tem a bola. Claro que é importante, é o momento que decide o jogo, mas hoje em dia se você não for um operário, não se empenhar pelo seu companheiro, as coisas não acontecem. Sou um operário sem a bola, essa é minha forma de ver – disse o camisa 28 do Verdão, nesta entrevista ao LANCE!.

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Com a suspensão de Thiago Santos, Cuca deve optar entre Arouca e Gabriel para fortalecer a marcação no meio de campo no jogo deste domingo, às 16h, contra o Fluminense, no Mané Garrincha. Seja quem for o escolhido, ele certamente terá a companhia de Moisés e Tchê Tchê no setor. A ótima parceria da dupla também foi tema do bate-papo na Academia de Futebol, assim como o presente que o grupo quer dar para Fernando Prass e Alecsandro, os craques que inspiram o meia e o fato de a família dele respirar futebol.

Com contrato até o fim de 2017, com opção de renovar por mais dois, o meio-campista já fala em ampliar o compromisso. Leia abaixo a entrevista na íntegra:

Os palmeirenses têm dito que você poderia jogar de terno e gravata. Gosta da brincadeira?
Eu gosto, cara. Quem não gosta de ouvir isso, né? Mas isso é quando estou com a bola. Com a bola você tem de ser mais técnico, ter mais qualidade, porque é onde se inicia o jogo. Às vezes as pessoas só veem o fim, só veem o gol, mas na maioria das vezes esse lance começa lá atrás, com os volantes que começam a jogada. Ali você tem de ter a cabeça erguida, ter bom passe, para ajudar na armação da jogada. Sem a bola tem de ser aquele pitbull, tem de estar roubando, se dedicando. Roubar a bola não é minha maior característica, mas eu particularmente gosto de me empenhar, tentar ao máximo.

Muitas vezes você acaba sendo o mais marcador do meio de campo do Palmeiras. Isso te fez evoluir na marcação?
Essa qualidade eu aumentei na Europa, é uma função que aprendi, apesar de jogar mais adiantado lá. Fiz alguns jogos como volante, mas joguei mais como meia. Via a importância de marcar. O atacante e o ponta têm um comprometimento muito grande sem a bola. É uma característica que aprendi lá, consegui desenvolver.

O quanto a passagem pelo Rijeka, da Croácia, contribuiu para a sua carreira?
Você amadurece, é conhecimento. Eu não tinha noção nenhuma de como era o país. Hoje, se me perguntarem, eu digo para visitarem, porque é um país lindo, gostei muito de morar. E sem dúvida a passagem por lá me ajudou muito nesse conhecimento tático. Nós, jogadores brasileiros, temos de entender que mesmo se a sua equipe estiver com a bola você pode ter uma movimentação que abre espaço para outro jogador. Mesmo sabendo que não vai receber a bola, você pode correr para outro jogador ficar livre. Se a gente tiver esse entendimento, essa noção de como ajudar a equipe sendo que você não vai ser a estrela maior naquele momento, o rendimento será muito melhor. Eu vejo que isso faz falta para nós, brasileiros. Qualidade no Brasil tem demais, toda hora aparecem grandes talentos. O que falta é a gente evoluir no aspecto tático e de equipe.

Você consegue citar um lance específico, um gol, em que essa movimentação tenha feito a diferença sem chamar atenção?
Cara, tem vários. Na saída de bola, o Tchê Tchê faz muito isso. A gente troca de posição para o outro receber a bola. Às vezes estou ali perto da bola, eu saio, vou para um lugar em que o cara vai me marcar, e ele vem para receber a bola sozinho. E ele faz isso muito bem. Quando jogamos eu, ele e o Cleiton, que também tem essa percepção, também jogou fora, a gente se ajuda bastante.

Falando nisso, qual é a diferença do time com o Cleiton Xavier para o time com um volante marcador, como Thiago Santos?
A qualidade de passe aumenta quando estamos eu, Cleiton e Tchê Tchê. São três jogadores técnicos, que gostam do passe curto, sabem dar um passe longo também, enfiar uma bola, e se movimentam também. Com o Thiago a gente ganha muito em marcação, sem dúvida é o jogador com mais facilidade de roubar a bola no nosso elenco e nos dá a segurança de arriscar um pouco mais. Se você perde a bola, você sabe que o Thiago está ali. É de extrema importância.

Você já formou alguma dupla como essa com o Tchê Tchê?
Já joguei com bons jogadores, que me ajudaram bastante. Joguei com o Souza na Portuguesa, joguei com o Irênio no começo da minha carreira, joguei com o Bruno Henrique, tivemos uma parceria muito boa na Lusa. Com o Tchê Tchê foi muito rápido, a gente se entrosou com uma facilidade muito grande, sem se falar muito. O estilo de jogo fluiu muito rápido. Legal ter acontecido, porque a gente também se aproximou fora de campo, a tendência é melhorar.

Algum jogador te inspira?
No futebol atual eu sou muito fã do Iniesta. Pela forma como joga, ele conduz o Barcelona, a bola passa sempre pelos pés dele, e sem a bola ele tem uma função de marcação, mesmo com tanta qualidade. É a prova de que o jogador técnico pode também cumprir uma função sem a bola. Dos jogadores que vi jogar, sempre fui muito fã do Zidane e do Alex. Cheguei a jogar contra o Alex, era fantástico o que ele fazia com a bola, a forma como ele conduzia e já se livrava da bola deixando o companheiro na cara do gol. Sempre gostei de observá-lo. O Ronaldo Fenômeno também, pela superação dele. Além de ser um grande jogador, é um exemplo de cara que teve muitos problemas e conseguiu chegar no auge. Você tem de olhar esse lado também para quando vierem os momentos difíceis.

Quando estava no Atlético-MG, o Cuca pediu sua contratação e não deu certo. Agora, vocês acabaram se encontrando por acaso. Já comentaram isso?
Às vezes, quando a gente está na roda brincando, ele fala: “Não quis ser campeão comigo lá no Atlético” (risos). Não foi porque eu não quis, eu queria, mas a Portuguesa acabou não liberando. Hoje tenho a felicidade de trabalhar com ele, é grande treinador, procuro absorver o que ele passa.

O grupo fez algum pacto para conquistar o título e homenagear o Prass depois da lesão dele?
Nosso pacto começou no início do campeonato, quando a gente falou que iria fazer de cada jogo uma final. Essa foi a nossa conversa antes do campeonato e assim tem sido. Mas é claro que quando acontecem situações como a do Prass, do Alecsandro (suspenso por dois anos por doping), você acaba adquirindo um pouco mais de força para fazer um grande campeonato e no fim eles se sentirem confortáveis, poderem comemorar. Seria muito gratificante dar um fim de ano feliz para eles.

Voltando um pouco no tempo, como foi o início da carreira?
Desde os oito anos eu tenho vida ativa no futebol, já fazia parte de escolinhas. Comecei lá no Santa Tereza, em Belo Horizonte, meu pai (Ricardo) jogou bola também, sempre acompanhei ele. Tive todas as lutas, essas histórias de ser mandado embora de clubes. Fui mandado embora do Cruzeiro, do América-MG. Depois do Santa Tereza eu fui para o Cruzeiro, fiquei dois anos e fui mandado embora. Aí fui para o América-MG, fiquei um ano e fui mandado embora. Rodei por outros clubes até voltar ao América-MG, no júnior, e aí ter sequência.

Há histórias de jogadores que foram dispensados por não serem altos ou algo do tipo. Com você aconteceu algo desse tipo?
Não, não teve nada disso. Chegaram em mim, falaram que naquele momento eu não estava servindo, que eu não seria mais aproveitado e acabei sendo dispensado. Mas não teve nenhuma historinha, foram corretos comigo.

Tem semelhança entre o seu futebol e o do seu pai?
Tem, meu pai jogava nessa posição, era volante. Eu acompanhava, ficava vendo jogar e tomei gosto pela posição. Acabei me fixando.

Ele chegou a ser profissional?
Meu pai era um pouco mais pegador, mais o estilo do Thiago (Santos), marcava muito bem. Eu sou um pouco mais técnico, mas onde ele jogava, no interior, nos terrões, ele sempre teve muita moral. Ele chegou a tentar ser profissional, se não me engano em São José do Rio Preto, mas logo no começo já desistiu.

É um conselheiro para você?
Sem dúvida, tanto ele quanto meu irmão (Matheus), que também joga. Ele é goleiro do Braga, também assiste muito aos meus jogos, dá umas dicas, pergunta o que está acontecendo, porque estou fazendo uma função ou outra. Ele está na Europa, vê como funciona taticamente, me dá umas dicas que ele pega com um treinador ou outro. São meus dois conselheiros.

Seu irmão sempre te acompanhou na tentativa de ser jogador profissional?
Ele também começou cedo, mas não levava muito a sério. Ele ia, mas não era muito compromissado. Eu sempre gostei de treinar. Quando foi chegando perto do profissional e eu comecei a alavancar minha carreira ele tomou gosto também, estava perto dos 15 anos. Ele acabou indo para o América-MG, eu também estava lá. Eu no profissional, ele no juvenil, e acabamos ainda sendo relacionados em um jogo juntos. Era a estreia do Novo Independência. Ele ficou no banco e eu saí jogando. No intervalo teve a troca de time, saíram os 11 que estavam jogando e entraram outros 11. Ele entrou e eu saí, mas foi legal.

Jogar com ele é um sonho?
É um sonho nosso jogar juntos, viver juntos. Nós vivemos muito longe da família, seria maravilhoso estar na mesma cidade, no mesmo clube. É um sonho meu, dele e dos nossos pais também.

“Não tenho pretensão de sair agora. Inclusive no fim do ano já com sentar com o pessoal, quem sabe renovar por mais tempo”, disse

Acha mais provável que vocês joguem juntos no Brasil ou no futebol europeu?
Ah, é muito difícil falar. Eu estou vivendo um grande momento aqui no Palmeiras, não tenho pretensão de sair agora. Inclusive no fim do ano já vou sentar com o pessoal, quem sabe renovar por mais tempo. É um clube em que me adaptei muito bem, tenho carinho muito grande e estou muito feliz. E ele também está bem lá, gostou da cidade, está jogando a Liga Europa, o time está muito bem, então não dá para prever. Espero que esse sonho se realize.

Como está sua situação contratual?
Eu tenho mais um ano, até o fim de 2017, mas com opção de renovação para mais dois. Estou feliz, é um clube que me tratou super bem, me dá toda a estrutura para trabalhar. Espero ficar aqui por muitos anos.

É sua melhor fase na carreira?
Acho que é o momento em que estou mais maduro. Já cheguei a uma certa idade, não sou tão jovem (28 anos). Já tenho uma experiência, um amadurecimento muito grande. Hoje estou em um clube de muita história, mais visado. Quando você se destaca todo mundo fala um pouco mais, então tem de procurar aproveitar isso, essa estrutura, essa história, o peso da camisa do Palmeiras. A forma de desfrutar disso é trabalhando muito.

A repercussão no Palmeiras ajuda a ampliar essa sensação de que é seu melhor momento?
Isso não tem como negar, a proporção aqui é muito maior. Tanto para cima quanto para baixo. Se você for bem em um jogo amanhã está todo mundo falando, todo mundo te viu. Mas se você for mal o mundo cai na sua cabeça. Você tem de saber administrar o lado bom e o ruim, não deixar se influenciar por um jogo bom, quando todo mundo vai encher sua bola, e nem se deixar abater quando não for feliz.

Como é sua relação com a torcida? Vemos que você interage bastante com eles.
Eu vejo, acompanho, gosto de interagir com o público. Às vezes um “bom dia”, um “oi” que você dá para uma pessoa, para uma criança, já leva uma felicidade enorme. Eu sei porque fui criança, já fui na porta de clube pegar assinatura. Algumas brincadeiras a gente pega, outros falam coisas nada a ver, te xingam. Às vezes você posta foto com sua esposa, em um jantar, e tem cara falando que você tem de estar em casa pensando em futebol. Tem de saber administrar, não perder o foco.

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Hutton suggests Gers’ McPake could leave

Alan Hutton has suggested that Glasgow Rangers may cash in on Josh McPake, with QPR and Bristol City reportedly interested in his services.

Hutton believes McPake could leave

McPake is currently on loan at Harrogate Town in League Two and has made 14 appearances for the Yorkshire outfit in the league this term (Transfermarkt).

Speaking to Football Insider, Hutton has suggested that the 19-year-old may depart Ibrox on a permanent basis. He said:

“If you’re talking about the clubs that you’ve just mentioned, then they’ll want to buy him. It’s as simple as that. These sort of clubs won’t be looking to loan, in my opinion.

“This is the thing. When you allow your young players to go out on loan down south or wherever it might be and they’re impressing, they’re still so young, other teams are going to look at them.

“It’s just normal, and they’re a big draw. Obviously, English clubs take talent from Scotland and it’s a big draw for them.

“I think it will come down to where Rangers see him next season. Do they see him part of their plans, within their squad?

“If they don’t, they’ll try and make money out of their young talent coming through.”

Jury still out

In those 14 matches in the English fourth tier, McPake has two goals to his name. Since joining in January, he has played in all but one match, which shows he is valued by manager Simon Weaver, and there is every chance he could continue to shine between now and the end of the season.

However, this has been a fantastic campaign for Rangers, and the standards required by Steven Gerrard and co have been raised by their Premiership title triumph. Whether McPake is ready for that pressure yet is up for debate – after all, he has just 32 professional appearances to his name. It remains to be seen whether Gerrard is eager to keep him at the club.

In other news, Rangers are interested in this 18-goal striker.

ديبالا يضع مانشستر يونايتد وتوتنهام في حالة تأهب

يسعى نادي مانشستر يونايتد ونظيره توتنهام الإنجليزي لاستغلال موقف الأرجنتيني باولو ديبالا من تجديد عقده مع يوفنتوس، بعد التطورات الأخيرة التي شهدتها المحادثات.

يوفنتوس لم يصل لاتفاق مع ديبالا، وأكدت تقارير أرجنتينية مؤخرًا أن طريقة التفاوض أزعجت نجم البيانكونيري، وقرر عدم الاستجابة لشروط السيدة العجوز.

وينتهي عقد ديبالا مع يوفنتوس بنهاية الموسم الجاري واللاعب لديه حرية التفاوض مع أي نادٍ في الوقت الحالي.

وتفيد صحيفة “ديلي ميل” البريطانية، أن الوضع الحالي لديبالا وضع المسؤولين في مانشستر يونايتد، وتوتنهام هوتسبير في حالة تأهب قصوى، في حين تم ربط برشلونة سابقًا بالمهاجم.

اللاعب البالغ من العمر 28 عامًا مستعد للاستماع إلى العروض من الأندية في الخارج قبل الانتقال الصيفي.

وخاض ديبالا 20 مباراة في جميع مسابقات يوفنتوس هذا الموسم وأحرز تسعة أهداف لكنه يعاني أيضا من إصابة عضلية.

اقترب مانشستر يونايتد من الاتفاق على صفقة تبادلية لديبالا في 2019، والتي كانت ستشهد انضمام روميلو لوكاكو إلى يوفنتوس، لكن الأرجنتيني تمسك بالبقاء في يوفنتوس.

قد يخسر الشياطين الحمر أنتوني مارسيال وإدينسون كافاني هذا الصيف، لذا سيحرص على إضافة تعزيزات في الهجوم.

كان توتنهام أيضًا على وشك الحصول على توقيع ديبالا قبل ثلاث سنوات، وبحسب ما ورد وافق على صفقة بقيمة 65 مليون جنيه إسترليني مع يوفنتوس، لكنه لم يتمكن من تجاوزها لأسباب مالية.

من المرجح أن يخضع مستقبل هاري كين لتكهنات شديدة مرة أخرى في الصيف وسيريد توتنهام بديلًا في خط الهجوم إذا غادر الإنجليزي الدولي.

توخيل يعلق على مشادة زياش ولوكاكو في مباراة تشيلسي وبرايتون

علّق  توماس توخيل مدرب فريق تشيلسي عن المشادة الكلامية التي وقعت بين الثنائي حكيم زياش وروميلو لوكاكو، خلال مواجهة فريق برايتون مساء أمس في بطولة الدوري الإنجليزي الممتاز.

وتلاقى الفريقان في مباراة مُقدمة من الجولة الرابعة والعشرين من البطولة، حيث تعادلا بهدف لمثله.

وبدا غياب الانسجام بين لوكاكو وزياش طوال الشوط الأول من المباراة، واتضح ذلك جليًا خلال محادثاتهما الكلامية القوية بين شوطي المباراة، حيث ظهرا وهما في حالة عتاب.

وقال توخيل في تصريحات نشرتها صحيفة “ديلي إكسبريس” الإنجليزية: “من الطبيعي أن يتحدثا، من الطبيعي أنهما ليسا سعداء ومن الطبيعي أنهما لا يحبان ذلك إذا قلنا إننا نريد المزيد منهما، هذا طبيعي”.

وعن عدم احتفال زياش بهدفه في الشوط الأول، قال توخيل: “حسنًا، أنا سعيد بذلك!، يمكنه تسجيل 20 هدفًا وأكثر ولا يحتفل، ليس لدي مشكلة”.

Ceni na Inglaterra: ida ao treino de bicicleta, estudos e teste como técnico

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O São Paulo celebrou a data de chegada de Rogério Ceni ao clube com uma entrevista exclusiva com o ex-goleiro. Nesta quarta-feira, 7 de setembro, completou-se 26 anos que Ceni passou na peneira e iniciou sua trajetória vencedora no Tricolor. Este é o primeiro ano sem o Mito desde então.

Na entrevista, Ceni conta detalhes de sua vida na Inglaterra, onde está fazendo um curso para ser treinador. O ex-goleiro utiliza metrô, bicicleta e até vai à pé para os locais das atividades em Londres. Ele já visitou alguns clubes da Premier League para acompanhar treinamentos, como o atual campeão Leicester, o Chelsea e o West Ham, e até já deu um treinamento como simulação para uma equipe da 7ª divisão inglesa.

Ceni se aposentou no fim do ano passado, aos 42 anos. Foram 25 de São Paulo e inúmeros recordes, títulos, como os de campeão da Libertadores e Mundial, em 2005. O ex-goleiro se prepara para ser treinador. Ele aproveitou e elogiou Ricardo Gomes, que atualmente comanda o Tricolor. Os dois trabalharam juntos entre 2009 e 2010, quando da primeira passagem de Ricardo.

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Confira abaixo a entrevista de Ceni ao site oficial do São Paulo.

Este é o primeiro aniversário da sua chegada ao São Paulo desde que você deixou os gramados, o que mudou na sua relação com o clube nesses nove meses?
Na relação profissional com o clube é claro que existe um distanciamento, até porque eu não sou mais atleta profissional do São Paulo, mas o carinho e toda a paixão permanecem. Continuo assistindo aos jogos, indo ao estádio quando é possível. Agora, viajando um pouco mais, não dá pra acompanhar tão bem o time como quando eu jogava (risos), mas o amor pelo clube continua o mesmo. Além disso eu sempre falo por telefone com algumas pessoas, também pude encontrar na Seleção o Rodrigo Caio, o Betinho (fisioterapeuta)… Tenho um carinho pelo clube que será levado para sempre.

Como foi vir ao Morumbi como torcedor?
É diferente. Claro, em uns jogos você sai feliz com as vitórias, em outros, lógico, você sai triste com a derrota, mas é uma situação bem diferente. Não digo nostálgica porque eu me sinto bastante realizado como atleta, mas é uma visão diferente do jogo, uma maneira diferente de enxergar a partida. Mas sempre na torcida, sempre esperando que as coisas boas aconteçam para o São Paulo.

Você está em um período de estudo na Inglaterra, que curso você está fazendo e o que significa essa nova etapa?
Estou fazendo um curso da Federação Inglesa, a FA (English Football Association). São dois níveis, primeiro, dois blocos separados. Há a opção de fazer cada bloco e depois seguir no curso da UEFA, aqui também na Inglaterra. Para mim tem sido uma experiência muito prazerosa. Um pouco difícil, nos primeiros dias, com a língua, mas você vai se adaptando. Tem sido muito proveitoso, aborda não só temas táticos, técnicos, físicos, mas também o lado psicológico e social do esporte. Tem sido um aprendizado muito grande. Além disso, já visitei cinco clubes da Premier League e fico muito contente pela maneira como fui recebido, tive a oportunidade de conversar com treinadores da escola italiana, francesa, o Bilic, treinador do West Ham, que é croata… Conversei 30 minutos com cada um deles após assistir ao treino, sempre, que é o mais legal. Ouvi respostas muito interessantes, pensamentos diferentes, culturas diferentes, times de tamanhos diferentes, com desejos, aspirações diferentes no campeonato, então é um aprendizado muito grande. Também fiz uma aula-teste com uma equipe da 7ª divisão daqui, pude dar um treinamento. Está sendo muito proveitoso. Muito puxado, porque eu acordo muito cedo e vou de metrô, bicicleta ou até a pé pro curso, muitas vezes, e ainda temos as visitas. É diferente, é uma vida muito diferente. Nos últimos meses eu não tinha tido uma rotina como essa, mas para mim está sendo um aprendizado como atleta, como ex-atleta e, principalmente, como pessoa está sendo um aprendizado muito grande. Queria, inclusive, aproveitar para agradecer ao amigo Charles Hembert, que me ajudou muito nesta passagem pela Inglaterra, visitando todos os clubes e auxiliando em tudo nesta estadia aqui.

O que você identifica de diferente no que está aprendendo do que é praticado no Brasil?
Na maior parte dos treinamentos a forma de praticar os exercícios é muito parecida com o Brasil, mas cada time que você visita tem uma prática que sempre traz alguma coisa diferente, e essa variação eu acho importante, porque se um dia você decidir ser treinador você tem variações de treinamento, de sistemas de jogo. Hoje eu vi um treinamento tático muito bacana, de um treinador com um conceito italiano, que joga com uma equipe que na maioria das vezes joga num 3-5-2. Quando falei com o treinador, o Mazzarri, eu disse que nós fomos tricampeões brasileiros jogando num 3-5-2, que é um conceito que muitas pessoas têm como defensivo e que na verdade não é. Você joga com uma linha só de três, em vez de quatro, mas tudo depende da maneira como a equipe joga, da disponibilidade e da característica dos jogadores que a equipe tem. Mas muito legal, muito bacana cada time que eu fui, cada experiência, cada sistema de jogo. Há aqueles que gostam de jogar com a posse de bola, os times que gostam de fazer a ligação direta, de jogar em contra-ataque, os tradicionais 4-4-2, o 4-2-3-1. Você conversa com treinadores para ver o que cada um tem de ideia. Tive uma historia bacana com o Claude Puel, do Southampton, que foi jogador do Monaco durante 19 anos, só jogou profissionalmente em uma equipe e depois se tornou treinador dessa equipe e foi campeão francês, inclusive, com ela. São coisas diferentes, de culturas diferentes do futebol, mas que no final a conversa vai ficando cada vez mais agradável. No final, o maior ganho que eu levo daqui é essa troca de experiências que eu levo com gente que já trabalha há muito tempo dentro do futebol.

Quais os próximos passos?
Ainda não sei. Já fiz a matrícula para o próximo nível do curso, agora em outubro-novembro. Quis garantir a vaga, mas voltando ao Brasil vou pensar se darei continuidade. Também estou fazendo contatos para que eu possa visitar outros clubes, estar por mais tempo em algum clube. Que eu possa ver uma semana completa de trabalho, de treinamentos. O que mais me deixa feliz é a receptividade de todos os clubes que eu fui, desde aqueles que têm jogadores brasileiros até aqueles que não têm, agradeço o carinho com que todos me trataram.

Quais as principais descobertas desse período longe dos gramados?
Eu sempre fui um apaixonado pelo que eu fiz, e tudo aquilo em que você coloca paixão tende a dar mais certo. Além disso, você vai descobrindo que existe uma outra vida fora do campo, que é diferente e você tem que se dedicar a uma coisa nova. Tem que começar não do zero, por que por um lado você tem a experiência durante tanto tempo, mas você tem que se dedicar, estudar, tentar entender o jogo, tentar entender novas culturas de jogo e tentar adaptar àquilo que você acredita, que você acha que é o mais adequado e pretende trabalhar, implantando sempre as características boas de cada treinador, de cada equipe. Uma coisa fantástica: os centros de treinamento aqui na Inglaterra. Desde as equipes mais simples até as mais conhecidas. Os gramados, a estrutura externa às vezes mais simples mas a interna de muita qualidade, é impressionante a qualidade dos centros de treinamento, dos estádios… acho que está sendo a maior experiência que eu carrego daqui.

Você falou sobre o encontro com o Rodrigo Caio na Seleção, acompanhou a conquista da medalha de ouro na Olimpíada?
Sim, claro. O único atleta são-paulino campeão olímpico no futebol! É muito merecido porque ele é um menino muito bom, de muito bom caráter e extremamente profissional, dedicado. Acho que ele merecia, realmente. E, jogando, fez uma dupla muito boa com o Marquinhos. Ele ficou muito feliz, eu tenho certeza, porque eu sei da dedicação que ele tem todo dia, é um grande profissional, fico muito feliz por ele por essa medalha.

Você trabalhou com Ricardo Gomes na primeira passagem dele pelo clube, como você vê esse segundo momento dele no São Paulo?
O Ricardo foi um dos caras mais bacanas dos que eu trabalhei. Acho que o São Paulo fez uma escolha fantástica pois é um cara de um caráter excepcional, é uma pessoa por quem eu tenho um carinho muito grande. Eu não pude vê-lo ainda, Não pude dar um abraço nele, mas acho que o São Paulo está em boas mãos, com um treinador de altíssimo nível – e uma pessoa, especialmente, de altíssimo nível.

Qual o objetivo do São Paulo na temporada?
O último jogo que acompanhei antes de vir foi o do Juventude, em que acredito que o resultado fugiu da expectativa do torcedor. É um momento delicado, difícil, mas acredito que o São Paulo tem totais condições, tem atletas, elenco, tem profissionais com capacidade de reverter essa situação. Acho que só o tempo vai dizer aonde o São Paulo pode chegar no campeonato. Primeiro é preciso conseguir as vitórias. Ainda faltam 16 rodadas, são quase 50 pontos em jogo e o time tem que tentar pontuar o máximo para acabar na melhor posição possível. Mas acho que o São Paulo está muito bem servido com profissionais do mais alto nível.

Leicester eye Helander from Rangers

Leicester City are reportedly eyeing up a transfer move for Rangers ace Filip Helander, according to Sportbladet.

As per the news outlet, the Sweden international has apparently been ‘hunted’ by the East Midlands club as well as Aston Villa and other teams in the Premier League.

Helander currently only has two years left on his deal in Scotland, meaning that the Gers may not get a higher price for the 27-year-old than if they were to look to sell him in the upcoming summer transfer window.

Leicester should sign Helander

Although the Scottish Premiership is clearly a lower level of football to that of the English top flight, Brendan Rodgers’ side should still look to try and sign Helander.

The big central defender stands at a mighty six-foot-three-inches tall, meaning that he should have no problems whatsoever in coping with both the physical and aerial demands of the division.

Helander has also been as solid as a rock for Rangers so far in the 2020/21 SPFL season, winning no fewer than 6.8 of his duels per game while also averaging 2.1 clearances and 1.6 tackles, helping his team keep a mammoth 13 clean sheets in the process (Sofascore).

Leicestershire Live quote Steven Gerrard as saying that he is ‘outstanding’ positionally back in January, which is very high praise, and only adds to the reasons that the Foxes should go out and buy him.

In other news, find out what news one former target has LCFC fans talking here!

فيديو | عودة ميسي وأول أهداف راموس.. باريس سان جيرمان يسحق ريمس برباعية

انتصر فريق باريس سان جيرمان على ريمس بأربعة أهداف نظيفة، ضمن مسابقات الدوري الفرنسي لموسم 2021/2022.

وأقيمت المباراة في معقل النادي الباريسي على ملعب “حديقة الأمراء”، ضمن فعاليات الجولة الثانية والعشرين من الدوري الفرنسي. شاهد أهداف مباراة باريس سان جيرمان وريمس

وشهدت المباراة أول أهداف الدولي الإسباني سيرجيو راموس بقميص باريس سان جيرمان، كما شارك الأرجنتيني ليونيل ميسي كبديل في الدقيقة 63، بعد تعافيه من الإصابة بـ فيروس كورونا “كوفيد -19”.

انتهى الشوط الأول من المباراة، بتقدم أصحاب الأرض بهدف نظيف، سجّله ماركو فيراتي في الدقيقة 44.

وفي الشوط الثاني من اللقاء، وقع راموس على أول أهدافه مع باريس سان جيرمان في الدقيقة 62، بعد ركلة ركنية تعامل معها دفاع ريمس بطريقة خاطئة، لتعود إلى راموس، ويسدد الإسباني في شباك الحارس رايكوفيتش.

وفي الدقيقة 67، هز المدافع البلجيكي فوت فايس شباك فريقه بالخطأ، ليتقدم أصحاب الأرض بالهدف الثالث.

واختتم مهرجان الأهداف الدولي البرتغالي دانيلو بيريرا في الدقيقة 75، بأسيست من الفرنسي كيليان مبابي.

انتصار باريس سان جيرمان رفع رصيد الفريق للنقطة 53 في صدارة الدوري الفرنسي، فيما توقف رصيد ريمس عند 24 نقطة في المرتبة الرابعة عشر بالليج آ.

Windass backs Leeds to sign van Aanholt

Former Premier League striker Dean Windass has exclusively told Football FanCast that he believes if Leeds were to sign reported target Patrick van Aanholt this summer, it would allow Stuart Dallas to play in his more natural position.

The Northern Ireland international is naturally a winger, but since replacing the injured Barry Douglas towards the end of the 2018-2019 campaign, has established himself as the the club’s number one left-back.

Such was his superb form throughout last season, Leeds allowed Douglas to join Blackburn on loan – with Dallas himself continuing to be one of their most consistent performers in the Premier League.

But as Leeds gear up for their second campaign back in the topflight, a host of names have already been linked with the Elland Road outfit this summer.

And with Leeds looking to improve their squad under Marcelo Bielsa, Dutchman van Aanholt, whose Crystal Palace deal expires this summer meaning he’ll available on a free, is one of many, especially with the Whites’ other recognised left-back Ezgjan Alioski strongly linked with Galatasaray.

Asked whether he could see van Aanholt joining Leeds, Windass told Football FanCast:

“Yes. You talk about Dallas, who’s done a fantastic job, but it’s square pegs round holes, he’s not a left-back. Yes he can play left-sided, but the energy he gives, he’s had an unbelievable season. Any club could take Dallas because you know how versatile he is.

“The lad from Palace is naturally a left-back and I’m sure that he won’t be the only one to sign for Leeds this summer.”

Flamengo x Figueirense: prováveis times, onde ver, desfalques e palpites

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Acostumado a jogar longe do Rio neste ano, o Flamengo recebe o Figueirense no Pacaembu, às 11h deste domingo, em jogo válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Rubro-Negro está num momento completamente diferente do rival, brigando pelo topo, enquanto o adversário luta desesperadamente para escapar do rebaixamento.

O jogo terá grande público. Todos os 30.412 ingressos colocados à venda para a torcida do Flamengo estão esgotados. Restam apenas cerca de 1.700 entradas para a torcida do Figueirense, que serão vendidas somente neste domingo.

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Local: Pacaembu, às 11h, São Paulo (SP)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira – SP
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho – SP
Onde ver: Premiere e tempo real do LANCE!

FLAMENGO: Alex Muralha, Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Cuéllar, Willian Arão e Diego; Gabriel, Everton e Leandro Damião. Técnico: Zé Ricardo.

Desfalques do Flamengo:Guerrero e Ederson (lesionados); Márcio Araújo (suspenso).
Pendurados: Rafael Vaz, Leandro Damião, Mancuello, Everton, Pará, Jorge e Léo Duarte

FIGUEIRENSE: Gatito Fernandes, Ayrton, Bruno Alves, Werley e Marquinhos Pedroso; Renato, Ferrugem, Jefferson e Dodô; Rafael Silva e Lins. Técnico:Tuca Guimarães

Desfalques do Figueirense: Rafael Moura, Jackson Caucaia, Elicarlos e Dener
Pendurados: Jefferson, Bruno Alves, Marquinhos, Bady e Jaime

PALPITÃO: De acordo com os jornalistas da redação do LANCE!, o Flamengo soma 60% de chances de sair vencedor no jogo no Pacaembu. Outros 30% acreditam no empate, enquanto apenas 10% apostaram no Figueirense.

Com suspeita de lesão muscular na coxa, Maicon passará por exames

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Além da derrota por 1 a 0 para o Atlético-PR e a expectativa de buscar uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, o técnico Ricardo Gomes terá mais uma preocupação nos próximos dias. Maicon sentiu dores no músculo posterior da coxa esquerda durante a partida deste domingo, na Arena da Baixada, e foi substituído por Lyanco aos 33 minutos da segunda etapa.

O treinador afirmou na coletiva que o zagueiro está com suspeita de lesão muscular e fará exames para diagnosticar a gravidade da situação. É válido notar que o Furacão fez o gol da vitória no minuto seguinte à substituição. Léo cobrou escanteio, Pablo aproveitou escorregão de Denis e balançou a rede.

Apesar da preocupação com Maicon e com a sequência na Série A, o Tricolor precisará mudar seu foco nos próximos dias. Na próxima quinta-feira, o time entra em campo contra o Juventude, em Caxias do Sul, para o jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Na ida, no Morumbi, os gaúchos venceram por 2 a 1. Caso Maicon não possa atuar, Lyanco deve ocupar a vaga ao lado de Rodrigo Caio. O treinador recorreu ao gramado sintético da Arena da Baixada para explicar porque preferiu o garoto, ao invés do experiente Lugano, mas deixou claro que o uruguaio não é herdeiro imediato de uma vaga na zaga.

-Lugano não é o terceiro reserva. Eu gosto dele pela experiência, pela qualidade no posicionamento. Eu gosto bastante dele. Mas o jogo é muito mais rápido aqui, então o Lyanco ficou para a situação. Tem uma especificidade do campo – justificou o treinador tricolor.

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